terça-feira, 26 de abril de 2011

CUIDADO COM AS CONCLUSÕES PRECIPITADAS

Putz, eu podia dar mil exemplos sobre tirar conclusões precipitadas, sou especialista no assunto e provavelmente vou falar muito disso por aqui mas hoje quero falar sobre um caso específico.
Quem acompanha o blog desde o começo deve ter percebido que ando bastante ausente, que as postagens andam raras desde o final do ano mas só agora sinto vontade de falar sobre o por que, ja que tudo passou.
Assuntos para escrever não faltam afinal não me tornei a rainha da auto-estima e, mesmo que isso tivesse acontecido, não deixaria de contar como consegui esse feito. A vida ta corrida mas o que mais me deixou sem animo de escrever foi a saúde do meu pai.
Desde dezembro estávamos correndo com ele de médico em médico por causa de uma febre que aparecia todo final de tarde. Faz exame disso, exame daquilo e descobrimos uma pneumonia (ufa! nada tão grave). Toma os remédios, melhora. Acaba os remédios, volta a febre. Recomeça o corre corre.Meu pai começa a perder peso, vários diagnósticos inconclusivos e ai começa o meu drama com a minha conclusão precipitada. Mesmo sem nenhum médico tocar no assunto, minha mente mega negativa ja entra em pânico com a possibilidade de câncer.
Minha angústia foi só minha até que o médico levantou essa hipótese.
Pronto! Renata pirando!
Mesmo enqto tudo ainda era hipótese, e os exames eram feitos, eu ja chorava escondida, ja olhava pro meu pai e imaginava quanto tempo mais íamos ficar juntos, me desesperava mas nada ainda era fato.
Pego o primeiro exame e corro para internet onde tudo que você tem no seu corpo que está um pouco fora da normalidade é câncer. Minhas conclusões precipadas estavam se confirmando?
Os médicos não confirmavam nada, achavam tudo inclonclusivo e da-lhe mais exames, eu ja tinha certeza do pior.
Não dava para sentar e escrever coisas positivas, não queria sair de perto da minha família. Tava difiícil me concentrar no trabalho, ligava para casa de hora em hora para saber se ele estava bem.
Não ligava para os amigos, quase cancelei minha viagem para a Argentina, afinal eu ja tinha um conclusão daquilo tudo na minha cabeça.
Meu coração dizia que não era nada, minhas cartas diziam que não era nada. Os médicos não diziam nada, não sabiam o que era.
Fui parar no médico com pressão alta, tomei calmante pela primeira vez na vida e meu pai continuava bem, firmão e eu desmoronando dia a dia sem saber o que estava acontecendo, mas alimentando meus pensamentos mais negativos mesmo contra minha vontade.
Enfim, ontem acabou meu tormento. Saiu o resultado da biópsia e não era nada tão grave. Ele esta com tuberculose na pleura, nada que medicamentos não curem.
Hoje estou bem mas não sei dizer o quanto de vida eu perdi alimentando minha negatividade e minha conclusão precipitada.
Eu adiantei um diagnóstico na minha cabeça e com isso quase perdi minha saúde junto.
Agora eu tiro um exemplo de tudo isso que vivi nesses meses todos.
Deixei de viver uns bons dias, de fazer coisas que eu gosto alimentando uma coisa que só existia para mim.
Me preocupei à toa, não entreguei para o Universo, não deixei a vida seguir seu fluxo.
Descobri que não sei lidar com a perda e descobri também que o que a gente mais sente nessas horas, dessa perda que a gente acha que vai acontecer (e que um dia vai mesmo), é o quanto a gente se arrepende de cada beijo não dado, cada carinho negado. Se arrepende de cada vez que não disse "eu te amo", sabe-se Deus se por vergonha ou por orgulho.
Aprendi muito com minha conclusão precipitada e o único ensinamento que quero passar é:    
"Não se deixe levar por essas conclusões que sua mente vai tirar em momentos de desespero aliados com seus pensamentos negativos. Isso dói, e acredito que mata aos poucos."

Mas agora o véinho ta se cuidando, ta engordando e eu to de volta!
Para o alto e avante!

Dicas:
1) Tuberculose não é um doença tão devastadora quanto antigamente e pela campanha que estou vendo nas ruas parece que muitos casos estão aparecendo. Se você trabalha com público, anda de transporte coletivo fique atento a tosse constante. Eu vou ter que tirar um raio-x do pulmão, por precaução ja que é uma doença transmissível. Ah, tuberculose pode acontcer em várias partes do corpo, não só no pulmão.
2) Nunca, em hipótese alguma, pegue um laudo médico e vá dar uma de espertona na internet como eu. Você não vai encontrar coisas boas e vai ser só o começo do seu surto







quarta-feira, 20 de abril de 2011

CONVITE ESPECIAL PARA PESSOAS ESPECIAIS

E assim se realiza um sonho: com preserverança, uma pitada de medo, algumas horas sem dormir, um projeto louco na cabeça e a vontade de vencer.

O sonho da minha amiga Bia está começando a se realizar e eu tenho o prazer de fazer parte dele.

Ajudando a construir um sonho (parece meio coisa de programa dominical na tv aberta), com pouca participação prática mas com muita participação na torcida, quero convidar a todos vocês que me acompanham a participar da "Feira das Mulheres Apaixonates"

Dia 1 de maio será um dia dedicado às mulheres, ao seu bem estar, sua saúde, seus grilos e seus desejos consumistas

Acessem o site e tenham maiores informações
www.mulheresapaixonantes.webs.com

Além de estar por la dando uma força pra Bia, terei alguns horários disponíveis para terapia Reiki. Quem estiver afim é só falar.

Junte suas amigas e passem lá pra prestigiar!

Bjs

domingo, 3 de abril de 2011

MAIOR INTERAÇÃO

Esse post é só pra avisar a galera que acompanha o blog e que sempre deixa comentários que a partir de agora eu vou interagir mais e comentar sobre os comentários. Quero tornar isso aqui mais dinâmico e tornar o blog uma via de mão dupla para que juntos (as) possamos seguir "para o alto e avante!"
Essa semana tem mais posts
Beijos

quarta-feira, 30 de março de 2011

TODOS DAMOS DICAS DE COMO QUEREMOS NOS RELACIONAR


Até bem pouco tempo atrás eu me preocupava como deveria lidar com essa ou aquela pessoa, sobre o que conversar para não ser ignorada ou levar uma resposta atravessada, enfim ficava na dúvida em como ela queria (e deveria) ser tratada.


Acho que nessa época eu só prestava atenção em mim mesma.


Quando eu comecei a prestar mais atenção nas pessoas, a me interessar mais pelo ser humano, percebi que todos dão dicas de como querem ser tratados. Mais do que isso, percebi que as pessoas deixam claro através de pequenos detalhes, nas entrelinhas ou até descaradamente, quais assuntos aceitam e sabem conversar, "dizem" até onde você pode ir, qual o nível de intimidade que estão dispostos a ter com você.


Isso para mim foi um grande aprendizado. Aprendi a otimizar meu tempo, economizar energia, vocabulário e principalmente atenção, fazendo com que isso tudo sobre a ponto de alimentar sempre mais relacionamentos que realmente valham a pena. Aprendi também a ter mais tato com as pessoas para não passar a mensagem errada.


Sem perder a educação e o respeito, aprendi a tratar os outros como eles me tratam.


E você não está gastando tempo demais porque não entendeu o recado? Esse tempo despendido à toa, pode esta fazendo falta para alguém.

quarta-feira, 23 de março de 2011

SIM, TUDO TEM SEU TEMPO


A afirmação do título é meio piegas, mas é a mais pura verdade.
Sempre ouvi que o tempo de Deus (ou do Universo) não é igual ao tempo dos homens mas a minha ansiedade e pressa de ter e fazer tudo pra ontem nunca me deixaram entender isso direito, até que uma coisa prática aconteceu na minha vida e eu pensei :"Caraca, é isso mesmo!"

Bom, antes de contar o caso prático que me fez entender direitinho essa questão de tempo e paciência para conseguir o que se quer preciso dar uma explicação para minha ausência e, falar disso, também deixa claro que tudo tem seu tempo. Estava de férias, passei 15 dias em Buenos Aires realizando o sonho de conhecer a cidade (os dias anteriores a viagem foram corridos para deixar tudo certo no serviço e um pouco sem ânimo devido a saúde do meu pai, por isso não tive inspiração para escrever). No tempo certo fui conhecer essa cidade linda, que ja pretendia a anos, e me apaixonei.
No meu outro blog vão rolar vários posts sobre essa viagem. Assim que escrever coloco o link.
Agora vamos a explicação prática sobre "Tudo tem seu tempo".
Quem me conhece sabe que sou toda mística e desde que fiz o curso de floral tenho um novo oráculo, meu inseparável pêndulo. Basta ter alguma dúvida que vou lá consultar e o bichinho me responde assertivamente.
Há uns 4 meses atrás a corrente dele deu um mega nó. Eu, neurotica do jeito que sou, comecei a achar que se não desfizesse o nó o pêndulo não funcionaria mais. Fiquei horas, dias tentando tirar o emaranhado e nada.
Vi que não tinha mais jeito e resolvi desencanar. Entreguei para o Universo.
A poucas semanas atras, mais nós apareceram e foi bem num dia que estava introspectiva, chateada, entediada. Deitei na minha cama e comecei a mexer na corrente devagar, pensando na vida ... comecei a desfazer os nós.
Um, dois, cansei. Mais tarde tentei de novo. Depois de uns 03 dias a corrente estava certinha de novo,como eu comprei.

A historia é boba mas me deu esse estalo que queria dividir com vocês: quando uma situação aparece e você não consegue resolver, não adianta ficar nervoso,ansioso pq não vai rolar. O negócio é deixar o tempo passar, respirar fundo, fazer o que lhe é possivel e o que não for, entregar para o Universo, ele sempre sabe o que fazer.

E vc, como anda lidando com situações que ja percebeu que não pode fazer mais do que ja fez?


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

JA AGRADECEU HOJE?


Gratidão, segundo o dicionário significa qualidade de quem é grato, agradecimento, reconhecimento.

Eu sou uma pessoa grata. Ja fiz um post agradecendo a todos que acompanham o blog e me deixam recados, mas não sou grata apenas com as pessoas não.Eu agradeço a tudo: ao sol, a chuva, ao ônibus que eu perco, ao dia que vai começar.
Aprendi muito sobre gratidão com a filosofia da Seicho-no-ie.

Meu primeiro obrigado é ao abrir meus olhos pela manhã, e continuo falando obrigado por pelo menos mais uns 2 minutos. Parece forçado, e no começo é mesmo, mas quando vejo o quanto as coisas melhoraram para mim, como a qualidade das coisas e das pessoas que me cercam melhorou eu só posso dizer: obrigado!

Cheguei na estação do metrô lotadaça. Pensei vai demorar uns bons minutos para eu conseguir entrar , mas como a gratidão ja é coisa que brota naturalmente no meu peito agradeci por ter chegado até ali ja que a cidade estava um caos no dia anterior por causa de enchentes e muita gente nem em casa conseguiu chegar.
Parei na plataforma e depois poucos minutos consegui entrar sem que ninguém nem ao menos me empurrace. Meu coração agradeceu.
No mesmo instante um senhor se levantou e eu consegui sentar (trem lotado!) . Agradeci a ele e a Deus.
Tem como não acreditar no poder da gratidão?
Consegui sentar e continuar lendo meu livro da Monja Coen ,"Viva Zen", e me deparo com uma história contada por ela falando da gratidão das monjas que pedem esmolas. A cada doação uma oração e um gesto de gratidão.
Mesmo na época da guerra, quando as monjas eram chamadas de vagabundas e recebidas com um balde de água suja na cabeça elas agradeciam. Era o que aquelas pessoas tinham para doar naquele momento!

Lembrei da minha amiga Lu que aprendeu em sua religião que a cada dia precisamos agradecer no mínimo 3 coisas. Lembrei da minha querida Bia e seu "Dia da Gratidão" .Lembrei do quanto essas duas são iluminadas e do quanto sou grata por fazerem parte da minha vida.

Agradeço ao sol, agradeço a chuva. Agradeço a seca, agradeço a enchente. Agradeço ao ódio, agradeço ao amor. Agradeço a vida, agradeço a morte. Agradeço as palavras doces, agradeço as palavras ácidas. Tudo tem algo a me ensinar.
Agradeço a Deus, agradeço aos meus pais e meu amado irmão.
Agradeço ao Universo por me apoiar e ajudar a me tornar a pessoa que quero ser.
Agradeça você também.
E quando for magoado, for posto para baixo, se sentir triste agradeça mesmo assim.
Você não é obrigado aceitar, mas essas atitudes estão sendo doadas, portanto agradeça.

E você, ja agradeceu hoje?

Dicas
1) Não sabe ao que agradecer? Ora, e esse ar que você esta respirando, esse som que você está escutando, essas palavras que você esta lendo?
2) Diga obrigado algumas vezes. No começo essa palavra sai da boca, logo sairá do coração

sábado, 8 de janeiro de 2011

MATE A VÍTIMA QUE EXISTE EM VOCÊ


Feliz Ano Novo meu povo!
O primeiro post de 2011 não será um texto meu e sim um muito bacana que acabei de ler no portal "Somos Todos Um" (para quem não conhece um espaço muito enriquecedor para quem, como nós, está em busca de evolução)
O texto fala sobre vitimismo, acredito eu que o maior vilão na busca de nosso auto-conhecimento e, consequentemete, nossa auto-estima.
Espero que leiam, reflitam e se ajudem a matar dentro de si esse verdadeiro monstro que se disfarça de bengala para nos ajudar.
Sempre que encontrar um texto bacana, que eu saiba que ira nos ajudar vou trazer aqui para enriquecer esse cantinho.

"Sou o patinho feio, ninguém cuida de mim". Esse patinho, porém, quase nunca é feio nem se encontra em estado de total abandono. Ele é só mais um doente de vitimismo - patologia psicológica caracterizada pela presença de um sentimento, ele sim, muito feio: a autopiedade.
O complexo de vítima - a mania de assumir na vida a postura de mártir sofredor - é uma das mais insidiosas e destrutivas patologias psicológicas. Os que caíram nas garras da autopiedade vão por aí, puxando a carroça dos seus sofrimentos quase sempre imaginários - mas não por isso menos reais - e provocando nos outros enfado e repulsa.

Isso é muito triste quando se sabe que tudo o que eles querem é exatamente o contrário: ganhar carinho e atenção.

O vitimismo é um poço de sentimentos negativos. Dele surge a tendência para culpar os outros (o pai, a mãe, os irmãos, a sociedade, a vida, o mundo, os maus fados, o destino) e fazer deles os responsáveis pelas nossas próprias mazelas. Dele surgem as couraças de autodefesa que não nos permitem relaxar e viver de modo saudável nossa relação com os outros e conosco mesmos. Dele vem a impressão sempre absurda e impossível de que não precisamos mudar. Os outros é que estão errados. Ele é a pior das cegueiras, pois destrói na pessoa a autocrítica, o discernimento e a capacidade de avaliação racional das situações.
Demônio de muitas faces, o vitimismo é mestre em matéria de distorção da realidade. Parente próximo da tristeza, quando ele possui uma pessoa coloca diante de seus olhos um filtro cinza e opaco que a impede de apreciar - e se deleitar - com as cores do mundo.

O vitimismo é doença precoce. A análise transacional - uma técnica de psicoterapia - ensina que uma criança, já nos primeiros anos de vida, e a partir do seu contato cotidiano com os adultos, decide qual das seguintes posições existenciais ela assumirá na vida: Eu não estou ok, os outros estão.Eu estou ok, os outros não estão.Não estou ok, os outros também não.Estou ok, os outros também estão.
Uma vez escolhida a posição, quando a criança cresce, ela será dominante no seu caráter, enquanto as outras, embora podendo coexistir, terão menor peso. Destaca-se que a atitude universal na primeira infância é a da "eu não estou ok, os outros estão". Assim sendo, a pessoa poderá permanecer fixada nessa posição ou, segundo a educação recebida, passar a uma das outras três.

Explicando melhor:
- "Eu não estou ok, os outros estão". Essa pessoa se sente inferior aos outros e tenderá à depressão. Ela ainda permanece na mesma posição da sua primeira infância.
- "Eu estou ok, os outros não". É a pessoa que culpa os outros pelas suas misérias. Essa posição costuma ser assumida pelas crianças maltratadas com brutalidade, que concluem: "Quando estou sozinho, estou muito bem. Não preciso de ninguém, deixem-me só". Esta posição é, em geral, baseada no ódio, mesmo quando ele está bem camuflado. Desse grupo fazem parte, com freqüência, os delinqüentes, os fanáticos e os criminosos.
- "Eu não estou ok, os outros também não". Essa pessoa não sente nenhum interesse pela vida. É abúlica e depressiva. É uma posição assumida por aqueles que não receberam suficiente calor e atenção nos primeiros anos e escolhem os amigos, o cônjuge, esperando que este(s) seja(m) propenso(s) a desempenhar o papel complementar.

NÃO SOMOS LIVRES como acreditamos ser. Quando se entende isso, fica evidente que a maior parte dos nossos atos e pensamentos não é tão livre de condicionamentos como gostamos de acreditar. Nossa certeza de sermos livres, de fazermos tudo aquilo que queremos, e quando queremos, é quase sempre uma ilusão. Quase todos, na verdade, carregamos dentro condicionamentos mais ou menos ocultos que, com freqüência, tornam difícil a manifestação de uma honestidade genuína, uma criatividade livre, uma intimidade simples e pura.Posição existencial é, portanto, um papel que o indivíduo tenderá a representar ao longo da sua vida. É preciso sublinhar o fato de que todas as posições existenciais necessitam de pelo menos duas pessoas, cujos papéis combinem entre si.
O algoz, por exemplo, não pode continuar a sê-lo sem ao menos uma vítima. A vítima procurará seu salvador e, este último, uma vítima para salvar.O condicionamento para o desempenho de um dos papéis é bastante sorrateiro e trabalha de forma invisível. Esta é uma das causas principais da falência de algumas amizades ou casamentos, quando as pessoas interessadas não se ligaram a partir de uma simpatia genuína, mas sim com o objetivo de encontrar na outra pessoa um sujeito adequado para desempenhar algum papel complementar.Se pararmos alguns instantes para considerar os casais que conhecemos, não será difícil encontrar entre eles a "menina" que casou com o "pai" (relação vítima-salvador) ou a mulher que se queixa continuamente do marido, mas nem sequer admite a idéia do divórcio (relação vítima- algoz).
Observemos, então, como vivemos e como a nossa presença influencia a vida daqueles que nos cercam. Somos sadios? Serenos? As pessoas ao nosso redor apreciam a nossa presença? Nosso cônjuge nos admira? Ele fala bem de nós? Nossos filhos nos consideram como amigos? Quantos amigos temos? Em quantas portas podemos bater no caso de uma situação grave?

SE NÃO FORMOS serenos e não tivermos amigos, tentemos considerar que, provavelmente, a nossa posição existencial e o papel que desempenhamos não são os melhores possíveis. Com efeito, se o fossem, teríamos serenidade, melhor saúde.